Adeus!...
Já me despedi
tantas vezes
em lágrimas
que as chegava
a confundir com o
meu próprio respirar,
com
o meu
próprio
sangue!!!!!!!!!!!...
Quase
que não chega
a ser concreta
esta
dor...
absoluta!
Suspiros
soluços
incessantes...
intermináveis!
Adeus!
Que a tua despedida
me deixa
num
vazio...
absoluto!...
De quantas gargantas
foram arrancadas
o meu
coração?!!!!!?
Enorme
atrocidade
este grito que ressoa
em pregos
pau de chuva!?...
Vai e não
comas as pedras
que te esburacaram;
delas não resta
forma
que coincidam
que se conjuguem à saída
e à entrada
Esvaío-me
Amor
dor
estio
uníssono
sem
Nesta cinética interminável
de covas
caminho em farrapos
e com madeira agarrada!!!!!!!
Apodrecida!!!!!!!
Devoras-me com espinhos para dentro...
Cada um
sente
o
seu
frio!