sexta-feira, 26 de outubro de 2018
A Drogaria
Holocausto dos dias corrosivos?!
A que contentor pertence a saliva,
A que cor, o sangue?!...
O desgosto brindado pela manhã?!
Não estou à espera que me escutes
Esta é a minha elegia
Quando acordei naquelas águas
Entravam rios por mim adentro
(Estores) de luminosidade
- Cegava!
Quero o obscuro e subterrâneo
Esta máscara onde me confundo
E possa morrer sem que ninguém
Por isso dê pedra tumular ordinária
De que eu mais gosto
É de chãos e cantos
Álvaro
Jesus Chorou
Caos em palavras
A vontade alienatória
De extinguir estes sussuros
Algos que não podem ser salvos
Abomináveis telhados onde
Melhor estariamos abandonados
Decrépitos... que ousam a carne
Que nem se quer se sonha
Não era o sol que se punha
Nos meus olhos
As horas da morte
Que se afundavam no pavimento
Em esmalte
Aleijados em musgo
Estes portais de tristeza
Na apeneia de sentir
Dos meus olhos
Escorre escuridão
Pai anda-me ensinar a voar
quarta-feira, 24 de outubro de 2018
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