Sabes o que é mais
triste minha(meu) irmã(o)...
partes de ondas
se foram,
parte de sereias
vieram,
como nos diziam
em crianças...
espumas
idas...
Um reflexo inóspito
entre os dedos
que nos foge
em cada palpitar
da lua...
Imperceptível...
como tudo!
No grito que não demos,
contido.
No debater
da areia,
na areia,
para que ela
fique concreta
com os punhos...
Assim
a atirei ao ar
para que a levasse
o vento
e à minha cara veio
ter,
imaculada,
separada
com os pés;
em cada meresia
pegadas
destruídas!
Queriam respirar,
espectroscupar,
num suspiro marítimo,
nosso!
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