quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Tu sangras,




Tu sangras,
eu remexo a terra.
Eu choro,
tu não morres!
...
Fiz de uma campa 
o teu nome
por baixo
com pedras 
e pétalas!...

Lavro as minhas mãos em vidro

e ainda não
amanheceu!

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