Morning
Amanhece e luto.
O luto infinito vestido de dia.
Uma rua só desolada pela maré da noite...
Das janelas gritam inaudívelmente os fantasmas.
Vultos e sombras seguram a sua insanciedade...
Não choram...
Não se reconhece os seus rostos
difusos pelo clarear do dia.
Amanhece e é luto,
indescrítivelmente escuro.
A noite violada por violinos
em escombros de tristeza imaculada...
Amanhece...
e é noite inalterada!
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