quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Down we follow... Ways of sorrow...




Range...

Molhar o sangue
na ponta da pena...

Encarar o fenómeno...
Não se anseia ao que não se quer.

Paz!
Mantra e uma ou duas garrafas
de vinho
Dependurado
há quem aguarde a morte...
Esquecidos nos olhos fechados.

Sentados, de costas para o rio,
sem sabermos a sua profundidade.
Aqui tão perto, parece um vale negro.
Sentamo-nos.
Nem ele conhece a nossa profundidade.

Vagar
que os olhos nada perpectuam.

Desenhar
invólucros balas
nos dedos... Gatilhá-los
na ponta da pena,
pólvora papel.

A tristeza encerra-se 
no interior.
Escondida...
...
No dia que o precipício
conheceu os nossos 
nomes.

Down we follow...
Ways of sorrow...

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