Range...
Molhar o sangue
na ponta da pena...
Encarar o fenómeno...
Não se anseia ao que não se quer.
Paz!
Mantra e uma ou duas garrafas
de vinho
Dependurado
há quem aguarde a morte...
Esquecidos nos olhos fechados.
Sentados, de costas para o rio,
sem sabermos a sua profundidade.
Aqui tão perto, parece um vale negro.
Sentamo-nos.
Nem ele conhece a nossa profundidade.
Vagar
que os olhos nada perpectuam.
Desenhar
invólucros balas
nos dedos... Gatilhá-los
na ponta da pena,
pólvora papel.
A tristeza encerra-se
no interior.
Escondida...
...
No dia que o precipício
conheceu os nossos
nomes.
Down we follow...
Ways of sorrow...
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