Não é esta a Natureza
Simples, sem misericórdia?!
Psicopata?!
Algo que é uma linguagem
O passado remexido por entre
Os dedos, o entrelaçar das mãos?!
Abomináveis nos olhos
Vermos sempre o mesmo
Há tentativa supérflua
Nas letras dactilografadas
As digitais por vezes
A carvão num som
Tão monótono
A luz já nada pode
Contra um fantasma
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