domingo, 20 de maio de 2012

Labirinto






Vento !

( Ia jurar que caneta
tinha tinta azul... )

... Drenar
o sangue.
( condiz )
Envenenado,
com as memórias que não consigo
esquecer.

O chão,
é arido...
impenetrável!
O pó passeia-se
à vontade,
dança livremente
à suave brisa;
à tempestade...

Não há lágrimas que o
corrompam!!!!!!

Enganaram-se os antigos :
" - Àgua mole
em pedra dura
tanto bate
até que fura."

Não há uma
ante-câmara ,
debaixo dos meus pés
onde as possa guardar...!
Uma porta secreta...!
um alçapão...!

Há um labírinto sem fim
feito de pó,
vento.
O seu passageiro.

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