Vento !
( Ia jurar que caneta
tinha tinta azul... )
... Drenar
o sangue.
( condiz )
Envenenado,
com as memórias que não consigo
esquecer.
O chão,
é arido...
impenetrável!
O pó passeia-se
à vontade,
dança livremente
à suave brisa;
à tempestade...
Não há lágrimas que o
corrompam!!!!!!
Enganaram-se os antigos :
" - Àgua mole
em pedra dura
tanto bate
até que fura."
Não há uma
ante-câmara ,
debaixo dos meus pés
onde as possa guardar...!
Uma porta secreta...!
um alçapão...!
Há um labírinto sem fim
feito de pó,
vento.
O seu passageiro.
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