Quando o sol se pôr...
(em suspiros irremediáveis...
- Quando...!
O...!
...
Sol...!
Se...!
Pôr...!)
Esquecer o teu nome
em cadências ecoantes
que percorram os abismos
da memória,
da matéria,
aniquilando-a!
- Que percorra com Lava
Labaredas
Majestosa
os mais profundos
dos labiríntos
sem saída...
... e a encontre!
Dos meus olhos
brotará
então
o mais puro dos venenos
que provarei
interminavelmente...
- Quando o sol se pôr!
Puseste a caneta
à boca...
...Agora vais ler
o que beijaste.
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