Este é o lugar em que invisivelmente te dou a mão.
Estas são as árvores que contemplamos sem olhar
e as ruas que preenchemos com o nosso volume
inexistente.
Não te digo adeus!
Reprimo as palavras que não tenho para te dizer.
As lágrimas,essas,não as consigo chorar.
Este é o lugar em que o frio me desperta
e a tua ausência me ensombra.
Enluto-me com o veú da noite e confundo-me.
Este é o lugar do não adeus
e do não esquecimento.
Cada folha transpira a tua presença.
Este é o lugar em que não há território
para a memória.
Este é o cemitério da lembrança.
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