domingo, 23 de abril de 2017
Aquele vestido e uma manhã de Primavera
Os lábios naquela manhã...
As mãos não conseguem ser escudo
para os ouvidos...
Ao invés deixaste as digitais
em cima dos livros
com que meticulosamente
fazias pensos para colar
as veias que rasgaste com o papel fino!!!
E é preciso uma certa subtileza para encarar a paz,
a pseudo paz que continua a chacinar,a massacrar,
a assassinar.
É aos olhos dos outros que me encontro
na guerra concretizada comigo próprio.
Genocídio de sentimentos...
Os olhos,vagarosos,
matam lentamente por onde passam...
são como os invólucros de balas,
cheios de ansiedade cinética de perfurar.
...A minha pele veste o que absorve...
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