Não voltarás
A morte deverá ter o seu domínio
Para não mais brotares
Desse coração terra
Da epopeia de um amor enegrecido
Os cândidos e brancos ossos
De quando te abraço
Ainda cálidos os beijos
Nos lábios frios
Já todo o teu corpo é um caixão
Onde me sepultei.
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