Eu Θάνατος
As minhas mãos são feitas
De negro deste amanhecer
Nos calotes do desespero
Ide-vos estrelas insensatas
Começa o desabrochar
A alienação para o esquecimento
Cruzamento de perfumes
Primavera de tormentos
De olhos castanhos transportados
Ossos de cinza rarafeitos
Do enterro pelos mãos não
Se seguram pedras línguas
Palavras deste cadáver
Sudários impossíveis lágrimas
Não ressuscitados
Eu Θάνατος
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