segunda-feira, 18 de maio de 2015
Ao Pulso Desorientado
Ao pulso desorientado
há agora um vermelho
ilustrado de chinês
e indiano que se quer casar
com vestes de morte...
Esquisos infernais japoneses
que não falam francês
nem tocam piano.
Ao pulso desorientado
está toda uma imagem
de eléctrico em carris
desgovernado sem freios...
Nem a força magnética
consegue pará-lo
A conjugação dos hífens
e dos ses no final
do tempo verbal.
Aqui onde tudo morre!
Numa mão fechada
de menino cheio de lembranças,...
triste...
A antecipar o pó
que haveria de ser limpo
e mal faria.
Tudo está limpo
Numa garrafa que se quebra
contra a tíbia
e a quem se chama...
Filho da Puta...
Ematoma!!!
Nada se pode...
Não lhe se saca o fim
nem a matricula;
ficam os desais e o gelo!
A lamentação
de ser menino
em fotografias, de punhos esmurrados
em silo a um telefone vermelho,
talvez dragão,
e a um entendimento sobre
a sua própria escrita
para um outro dia
A loucura à boca de um
rebanho sexuado por um latir;
um outro entendimento se a seus
olhos as palavras fossem
fotografadas... não mimadas...
Pendurados a cordas
de tango repousam em paredes
almofadadas de conhecimento
por abrir... Bolurentas....
Magnésios em esquinas
que suportam todos os oceanos
apontados a uma lupa
onde debaixo,
tudo é imperceptível.
Estou-lhes a dizer para não
me interromperem no meu ritual...
Pouco ou nada admira
quando aprendemos a ter medo
de nós próprios.
O saber animal
é muito mais humano!!!
I put a shit on you
because you are my cagar!!!
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