domingo, 10 de maio de 2015
A Fada do Lago
Nem a gruas suportam
as lágrimas
nem toda a gravidade
dos mundos.
À Sophia... À Sophia
que já dizia que não
eram mornas nem fadadas
cinzas migalhas misturadas
um fogo verde à boca
às naus que repousam no mármore.
... E algo lhes liga as mãos...
Indenominado o bronze
em um quarto
a Fada do Lago ao anjo
com sexo!!
... A auréola ao pescoço!...
Só um beijo de uma sereia
pode salvar um marinheiro
de se afogar...
Não sabe o seu nome
a sal encrostado aos cantos
dos olhos de todas
as lágrimas confundidas num oceano...
E nele não se afaga...
Porquê Amor?! Porque
ainda ressoam os teus
lamentos nas horas badaladas?!
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