sexta-feira, 18 de agosto de 2017
Império de Tristeza
O Império da tristeza
o palácio de luto
os maestros da desarmonia
sombras obtusas prisioneiras
em frequência decadentes
Tudo passa com a monstruosidade
do ocaso
Acordar do desespero de acordar
e ainda vem longe a noite
Desaparece a carne no arrependimento
de andar
Crescem os abismos em volta
dos olhos
Sólida e concreta retorna a felicidade
não tem o mesmo peso a pegada
pisada suas vezes
De luto o palácio
e o império em ruínas
vestidos encarnados de morte
Nem a desolação é misantropa
...
Não é escrito na pedra o cansaço.
Que fim de outrem ressurrectos de nós
com veias que nos comem para dentro.
...
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