Madalena
Quase enlouqueço
no epicentro do esquecimento.
Desumano
derrama em rama
a nocturna tristeza...
Vi-a aqui em todos os
anoiteceres, opúsculos
ultra-violetas.
Ninguém Te abandonou.
Abandonámo-nos aos nossos
desígnios.
A janela perpétua
ao caiar-te o olhar.
Uma Madalena fixa
no céu.
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