sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
Entre-Os-Rios
Passo pelas ruas, fantasma,
Onde cultivei a felicidade...
Rugas carregadas invólucros
Transbordo cadáver
Perpétuas árvores
As constelações têm outros nomes
Quando contra a crosta
Experimentar o defunto
Contra a boca
Sou a morte adiada andante
Segundos fragmentos
Obscuros tamanhos
Prantos
Nada tenho a dizer
Neste sufoco
Os meus olhos são reflexo
De o horror da tua ausência
Alguém disse vais morrer
De amor. Eu disse vou morrer
Por amor.
Estavas no musgo
E os cedros eram um portal
Para a lembrança na sombra
De ver-te nesse semblante nú
Sem murtalha a deslizar
Pela encosta dos cemitérios
Contra o rio ( de lágrimas )
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