terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Esvaír
O passado na pele
da ampulheta na sombra
não se rasga.
Estranha consternação
do envelhecimento no papel
que foi luz.
Espetar a tinta na veia
ressequida de vida.
De nada serve emulsionada
sem sangue...
Esganados corpos
sem sentimentos
com memória.
Não é preciso muito...
Impulsionar demais
escorre, esborrata!...
Não faz sentido
senão for para abrir o coração...
Trazer no interior,
num simples invólucro,
na penumbra
todo o sangue que é um poema...
...
Não crescem árvores
onde se semeiam palavras.
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