sábado, 25 de março de 2017

Mercúrio




Um íman que se fecha na mão.
Nada morre!
Andar atroz para o cemitério,
o chão vão
da poeira...
Um relógio que não pode ver o sol.

Evolução da melancolia
na maravilhosa imperfeição...
Céu sem isolamento;
Tédio longínquo 
no escrutínio do ar que se respira...

Na voz da dor silenciada
lágrimas sem gravidade.

Lembrar os vivos!

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