Mercúrio
Um íman que se fecha na mão.
Nada morre!
Andar atroz para o cemitério,
o chão vão
da poeira...
Um relógio que não pode ver o sol.
Evolução da melancolia
na maravilhosa imperfeição...
Céu sem isolamento;
Tédio longínquo
no escrutínio do ar que se respira...
Na voz da dor silenciada
lágrimas sem gravidade.
Lembrar os vivos!
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