terça-feira, 24 de outubro de 2017
Surreal Elipse Eterna
Procuro-te...
Entre prantos a reminiscência
gigantesca... Mas já não estás
ali, permanece um volume inexistente
sem fronteiras...
Parecem stropes, flashes
incandescentes quando te visualizo
sem qualquer física lembrança
cortado em memórias...
No chão não eram cinzas mas ossos
confundidos roídos
da matéria do tempo embriagado...
Ainda me arrepia o teu vulto,
um desalmado azul etéreo
nos desesperançados linhos da noite.
Sofrêga a respiração e o palpitar,
as sombras embutidas sem luto;
infímos nos ecos dos lábios
contra juntos magnificientes
criavam galáxias...
Retrocediam negros buracos
e extinguiam-se.
Aqui fez-se surreal elipse eterna
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário